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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Arrepiadonna

Madonna, que estava realmente emocionada, cantou Rebel Rebel no show de ontem no Texas em homenagem ao David Bowie, que faleceu no último dia 10. Fiquei comovida pois ela não está lá num momento legal, digamos assim. Por mais que eu não seja super fã do camaleão compreendo demais sua importância e fiquei chocada com a notícia da morte. Essa é a minha música favorita dele!



segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

#YearinMusic no Spotify

Depois de alguns dias gostosos cheios de tranquilidade e carboidrato abri um dos meus emails e finalmente vi a notificação do #YearinMusic no Spotify. Através desse link cê pode ver um infográfico interativo que mostra os principais dados mundiais e individuais de 2015. O meu foi assim:

yearinmusic-2015-quepaia-alessandra

Quem diria mesmo pois neguei o Disclosure fortemente desde quando começaram a falar deles. Estive um bom tempo sem me interessar pelas novidades eletrônicas depois de tanto amar LCD Soundsystem e Soulwax, por exemplo, aí empaquei no tempo como contei nesse post. Geral falava sobre os caras na timeline do Twitter e nem isso despertou minha curiosidade. Tou tirando o atraso até agora e tal. Magnets é uma das que mais tenho escutado ultimamente.

Gostei de lembrar da primeira que ouvi ano passado e de supostamente ter me empolgado demais com Living For Love. Sinceramente pensei que seria Drag Me Down ou What Do You Mean e puxa vida: Belle & Sebastian lacrou demais! O Spotify é tão legal.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A prepotência da frase "na minha época era melhor"

No fim da minha infância/pré-adolescência foi quando de fato comecei a me interessar mais pela cultura pop. Era muito fã dos Hanson e uma tia insistia em dizer que o Menudo era muito melhor. Na "época dela", anos 80, ser fã era mais legal, as músicas eram mais legais, as roupas, os programas de tv, as coisa tudo era melhor. A questão era o fator euforia+sucesso+pop de determinado momento, não se os Hanson são uma banda e o Menudo um grupo de cantores dançarinos. Tudo bem.
Nasci em 86, porém minha memória dá ênfase ao que vivi nos anos 90: a minha época(chega de aspas). O tempo passou e eu sofri calado certo dia percebi que me tornei uma pessoa que fala a frase prepotente. Acho que comecei isso um pouco antes da metade dos 00's. Metaleira meio indie, por muito tempo fui uma intolerante musical. Detestava o pop, o emo e até mesmo o axé. Pra mim, axé massa era o Tchan e o Terra Samba porque Harmonia do Samba tava na moda e eu achava inferior! Jeito Moleque, Sorriso Maroto e derivados eram todos paias. Bom era Molejo, Art Popular e Raça Negra.
pagode-anos-90
Engraçado que nessa fase roquêra eu nem gostava dessas coisas, mas na minha época era melhor, né? Tinha que ser pedante a troco de nada e foi assim até pouco tempo, quando parei pra prestar atenção na atualidade com o coração mais aberto. Ao longo desse ano o que mais fez essa ideia mudar foi a música. Acho que o cenário pop está tão divertido quanto no fim dos 90 e início dos 00. Cantores e grupos como One Direction, Demi Lovato, Selena Gomez, Iggy Azalea, Rihanna e até mesmo Justin Bieber. Ainda é difícil de admitir que o moleque está num ótimo momento no campo profissional. Torço pra que ele finalmente tome juízo #papodetia. Sem contar que Madonna permanece rainha desde muito antes e sempre a adorei.
madonna-rainha
Fonte.
Imagino que a maior parte dos adolescentes de hoje estão feito pintos no lixo com tantas opções e sem necessariamente depender de rádio e tv para tal. Agora penso diferente e entendo que cada geração pode e deve desfrutar das coisas boas que seu tempo proporciona, não se privar de aproveitar também o que o futuro prepara e nem o que foi produzido há bastante tempo. Viver de passado não nos permite prosperar.